quarta-feira, 21 de março de 2018

Sessão da Câmara de Codó passou dos limites do toleravél

"É lamentável  a forma que se passou a sessão plenária da Câmara Municipal de Codó, ainda que haja governo e oposição, enxergo esse comportamento como o abismo do decoro parlamentar" (Declaração de um Codoense nas redes sociais)

Terminou às 19h15min uma das mais tumultuadas sessões ordinárias da Câmara Municipal de Codó. Domingos Reis quis presidir a sessão alegando que nunca foi intimado da nova decisão do TJMA, assinada pelo desembargador Luiz Gonzaga Almeida Filho que o manda sair da presidência e devolvê-la à Expedito Carneiro,  também tornando legítima a sessão de 27/02/2018 quando 4 vereadores aliados de Carneiro aprovaram as contas de 2007 do ex-prefeito Biné Figueiredo.


Já Expedito chegou com a decisão nova de Luiz Gonzaga Almeida Filho ao lado de Rodrigo Figueiredo, Pedro Santos e Nonato Sampaio.
Virou bagunça. Expedito, impedido de sentar na cadeira da presidência, tentou tirar a fiação da aparelhagem de som para impedir que a sessão de Dominguinhos continuasse, a PM o impediu mesmo diante do protesto de dois advogados. Para solucionar isso, Expedito trouxe uma caixa de som e a instalou também no plenário.
A partir deste momento passaram a haver falas dos dois lados – Dominguinhos usando a aparelhagem de som da Casa, Carneiro e seus aliados usando a caixa de som. Gritaria dos dois lados, até estourar uma confusão na ante sala do plenário  lotada, a porta foi quebrada e duas pessoas acabaram presas.
Saíram algemados um senhor que identificou-se para nossa reportagem como Bento Belo e um outro cidadão de nome José Evandro da Silva Rocha, ambos se disseram inocentes, mas acabaram entregues na 4ª delegacia regional de Codó.
Depois disso o capitão Marlon Maikon ordenou o fim  da sessão urgentemente por questão de segurança. Por fim restaram dois vereadores dizendo-se presidentes sem nenhuma sessão para comandar.
Vejam os vídeos e tirem suas próprias conclusões:

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